Prof. de Tubarão alerta sobre Energia Nuclear
Data: 17/11/2013 Autor: Ricardo J. Cardoso - BNC TV

Olá meus amigos, sabemos que o planeta pede socorro e sustentabilidade é a palavra de ordem do momento, mas isso não é tão fácil assim. No simples fato de nossa existência mesmo que na tentativa de ser o mais sustentável possível, acabamos por poluir. Seja consumindo algum produto industrializado ( alimentos, roupas, eletrodomésticos, medicamentos e tecnologia dentre tantos outros), utilizar os meios de transporte tradicionais movidos há combustíveis fósseis ( quase todos), enfim, somos movidos e envolvidos por produtos que de uma forma ou de outra acabaram poluindo em seu processo de produção, ainda poluirão enquanto nos servirem e continuarão a poluírem quando descartados.
Uma das grandes preocupações neste âmbito recai quanto a geração de energia o menos poluente possível, a chamada energia limpa, o que é bem mais complicado do que parece, pois desenvolver e aplicar tais tecnologias depende de muitas variáveis, como quem, quanto ( $$$ ) e onde isso será desenvolvido. Na tentativa de solucionar tais problemas um consórcio firmado no ano de 2006 entre a União Européia, E.U.A , Japão , China e Coréia do Sul, trata da audaciosa construção ( já em atraso) de uma usina atômica que vai liberar energia como a do sol , em fase de construção na cidade francesa de Caradache , terá um custo aproximado de 10 bilhões de euros , com inauguração prevista a partir do ano de 2016. Seu principio ativo é o aquecimento da molécula de hidrogênio no interior de seu reator a mais e 100 milhões de graus célsius, a esta temperatura os átomos são forcados a liberar uma hiper-energia, vinda do hidrogênio que é obtido a partir da água.
Segundo um dos físicos responsáveis Mátrias Brix apenas meia banheira de água seria o bastante para fornecer energia suficiente para suprir o consumo energético de toda a Europa por 30 a nos, se isso fosse em Chernobyl seria preciso 250 toneladas de urânio para executar o mesmo serviço, imagine o risco . O que faz a diferença entre eles é que o reator de urânio partia os átomos do urânio através da fissão de seu núcleo numa espantosa velocidade de reação em cadeia gerando enormes quantidades de energia com riscos de acidentes como o de Chernobyl , mas com a nova forma que consiste em juntar de dois em dois , as moléculas de hidrogênio no sistema de fusão , também numa inimaginável velocidade o perigo é quase nulo , pois em caso de emergência , corta-se o fornecimento de combustível ,no seu caso a água de meia banheira, e todo o processo é interrompido sem qualquer dano.
Eis então a tecnologia sendo utilizada de forma eficiente e sustentável
Prof. Ricardo J. Cardoso é clunista aqui na BNC TV / E-mail: ricardo.j.c@hotmail.com / Tel. (48) 9956-8136 Descrição: Professor, graduado em ciências geográficas, pós-graduado em educação ambiental